É bom. É bom ver esses caras escrevendo. O Madu, o Ismael. É bom. O Hiram, o Chicones. O Hívan. A Clarissa. O Átila. O Andrey. A Luana. Porra, tem mais um monte. É gostoso. Eu não ensinei nada disso para eles. Não é disso o que eu quero falar neste artigo. Eu só tava lá, junto, enchendo o saco deles pra que insistissem numa atividade da qual já gostavam e pra qual já tinham jeito. O trabalho do professor tem muito disso: encher o saco. Pegar no pé. Tentar botar pra cima. Motivar. Tipo técnico de futebol mesmo.
Finalmente. Sob a proteção de Yemanja (já levou flores hoje?), todos os episódios do Perdicast estão aqui no site para você ouvir ou baixar. Inclusive o novo Perdicast 07 – 2009/2010. Quer relembrar o ano que passou e tentar adivinhar 2010? Então clique aqui e entre na conversa com @diegomoreau, @criszambon, @ismalb, @madu_madureira, @pereiraknoll e @dannowczarzak. Participação especial de @gigipicles e @jairopisci.
Parabéns, idiotas, vocês vão sobreviver muito mais do que os fracassados que primam pelo pensamento original e a explosão de vida constante. É uma tristeza perceber esta verdade. Dão-se os méritos para quem consegue melhor enfeitar sua ignorância e depois cuspir ela para os outros admirarem.
Enquanto isso os cabeçudos são escrotizados. Isso mesmo cabeçudos. Isso mesmo aqueles - se me permite uma certa empáfia - nós, que ainda se preocupam em perceber que nossa pequeneza é o caminho para as grandezas que poderiamos alcançar, mas vejam só, os idiotas estão tomando conta do navio. Pelo menos vamos estar vendo claramente quando ele afundar, e estaremos rindo destes vários, sejam os idiotas naturais que se pode sentir o cheiro há distâncias longas, ou os idiotas disfaçardos, que em suas mediocridades adoram espinafrar os mediocres iguais, como se fossem melhores ou piores. Quando não se pode fazer mais nada, se avacalha, como já incitava Sganzerla. Fiquem com um texto bacana que encontrei por aí, e mordam, ou não percebam que sim, é contigo que estou falando.
Ô psit, caiu um trombone de vara aqui no chão... só entre a gente: nas suas resoluções de início de ano, você incluiu (de novo) "aprender a tocar um instrumento musical"? Então acompanhe com atenção este post interativo, que dá a você duas possibilidades de interpretação: ou – assim que buscar o queixo que caiu lá nos pés – você se inspira nos seis exemplos a seguir e entra de cabeça, tronco, membros e alma na música em 2010, ou desiste de vez dessa ideia besta, ao perceber que talento – definitiva(infeliz)mente – não é uma coisa que se parcela em 12 vezes sem juros nas Casas Bahia... e aí, qual a metade do copo você conseguiu enxergar: a cheia ou a vazia?
Marketing de Relacionamento em um país como o nosso deveria ser prioridade em qualquer estratégia de comunicação. Digo em um país que nem o nosso porque vivemos no Brasil, e eu, Ivo Pires, tenho uma certa paixão, não por futebol, mas por pesquisas. E, segundo pesquisas divulgadas pelo eMarketer em junho de 2007 e pela Globescan, a sociedade brasileira é calcada na idéia de que posição social é resultado direto dos amigos que temos. Alguns analistas chegaram a dizer que o brasileiro não conhece um relacionamento que não seja baseado na amizade. Ou seja, marketing de relacionamento no Brasil pode realmente render muitos frutos a uma empresa. Criar relacionamento não é um monólogo onde a empresa fala e o consumidor apenas ouve, é o oposto, é criar uma conversa, pois para saber o que o consumidor deseja é preciso ouvi-lo. Deixá-lo à vontade para falar o que está sentindo. Tomando o Google como exemplo, ele desenvolve produtos inacabados para que seus consumidores terminem, assim ele libera o produto mais rápido no mercado, diminui gastos e minimiza as chances de o produto não obter sucesso. Essa é uma empresa inteligente.
Empresas de pequeno e médio porte também podem fazer marketing de relacionamento. Pouca verba não é mais desculpa. As redes sociais são um ótimo exemplo de uma ferramenta barata e com grande poder de relacionamento. O importante é saber utilizar da maneira correta, porque as funcionalidades são imensas.
Para quem nunca ouviu o termo Marketing Cultural ou não se deu conta do quanto ele está inserido na sociedade capitalista aí vai: “Marketing Cultural é toda ação de marketing que usa a cultura como veículo de comunicação para se difundir o nome, produto ou fixar imagem de uma empresa patrocinadora” (Revista Marketing Cultural).
No processo do marketing cultural, uma empresa patrocina um determinado artista, grupo, evento ou projeto...
Nas agências algumas coisas podem ser muito parecidas como, por exemplo, a mania de sacanear os estagiários. Não que isso seja algo realmente importante no cotidiano de uma corporação criativa, mas há uma certa mística de que importunar os pretensos profissionais é uma forma de manter o clima descontraído e engraçadinho que todo o setor criativo curte.
Obviamente esta tradição faz parte de outras profissões, mas não há dúvidas que os publicitários podem ser mais criativos e canalhas que todos os outros. Afinal, conseguem deixar atraente até laxantes, cola para dentadura e coisas do gênero.
"Feed your head." Dormidongo em Alice no País das Maravilhas.
Imagine que você compra um computador e liga ele na internet. Terás acesso a uma enorme rede de informações diversas, quase ilimitadas para a nossa capacidade de compreensão. Quem consegue vislumbrar a internet como um todo? São tantos dados e informações que se de alguma forma você recebesse tudo de uma só vez no seu computador, uma descarga de bytes, poderia gerar uma força explosiva que num milissegundo sua máquina iria se desintegrar em confusão eletrônica. Isso é um exagero e não teria como acontecer, mas se permita pensar nesta extrapolação da realidade. Voltando ao básico, tens seu computador zerado e um firewall instalado que bloqueia conteúdo. Bloqueia vírus, mas podes configurar para bloquear diversos tipos de informações. Por exemplo se este computador for para a sua empresa e você não quer seus funcionários distraídos, pode bloquear o acesso de sites em geral, permitindo a execução de algum site específico para as funções que ele terá que estabelecer.
Parafraseando um grande amigo meu (um certo Mestre em HQ conhecido de vocês), “o tempo passa, o tempo voa e a Poupança Bamerindus nem existe mais”. Gente, como mudaram os valores no ensino desde os tempos em que o saudoso Pink Floyd convocava a gurizada a deixar de ser apenas mais um tijolo no muro. E cá pra nós: hoje em dia, tem como ser diferente? Como manter para a Geração Z – que já tem perfil no Orkut antes de nascer – o formato de educação que nossos avós deram pros nossos pais há muito tempo atrás, numa galáxia muito, muito distante, formalmente conhecida como “século XX”?
Fim do ano chegando e você ainda está por Florianópolis? Aproveite que a semana está corrida para alguns, é vestibular, é formatura, é monografia, e relaxem um pouco no fim da tarde/noite da ilha com uma mostra de cinema surrealista. Relaxar não é bem a palavra adequada, mas como não achei nada que fosse sinônimo de 'colocar o cérebro em um espremedor gigante e ver ele derreter em formas multicoloridas e bizarras', fica relaxar como adjetivo mesmo. Boa sessão de filmes!